quarta-feira, janeiro 31, 2007

Tempo de Ser

Quanto tempo ......
Isso refletindo sobre as suas diversas significações e intensidades.

Ao olhar para trás , vejo tantas e tantas coisas ... que para o hoje , causam-me anseios e desesperos, diante a consciência dos níves de compreenções X incompreenções que suportei alcançar.

O ser humano realmente é escravo de sua ignorância.

A busca em aperfeiçoar as minhas aptidões trazem em si um incômodo tão ensurrecedor, que causam-me a sensação de ter sido literalmente engolida por apatica reação, que reconfigura de forma involuntária.

As sensações mescladas a racionalidade geram-me impulsos, que refletem em ações que geram novas reações e novas posições... e assim por diante.
Como poderia , nessa insconstancia imperial que me conduz, dar conta de explicar a turbulência poética que me faz SER ou Não-Ser ?

Como é difícil manter-se dentro de sua própria coerencia.
Tentar acertar, na diversidade de possibilidades, a escolha que se encaixe no que você almeja Ser.
SER enquanto consciência individual nutrida por anseios , ora particulares , ora universais.

Enquanto consciência de ser parte significativa de um todo, portanto, imbuída da responsabilidade de adotar um papel que projete-se em relação ao um bem comum. Ainda, ser consciente da inerencia dos processos que exigem trabalho pessoal - mental e emocional, na conquista da transcêndencia, tangível nos impulsos dialéticos do "devir a ser" e/ou "vir a ser", refletidos.

Sinto essa dialética.
S(ER)ou essa dialética.

Como é dificil ter propósito e manter-se nele.
O preço faz, em determinados momentos, que sinta vontade de "deixar de ser ", ou simplesmente, "deixar ser" ........ sem consciência !

Envolta pelos desfrutes das sensibilidades carnais, que nada questiona mas apenas aprecia e consome, sinto negar-me a razão.
Diante a razão os momentos são esvaziados. Parecem cobrar o mínimo de relaçaõ de afinidade com o que está sendo construído pelas fantasiosas emoções.

Sinto como se relutasse em admitir a incapacidade de lidar com o conflito existente entre esses dois pólos. Talvez por considerá-los parte integrante de um todo (EU), e como tal, fossem pólos que existissem apenas para auto-auxiliarem-se.

Pólos parte e causa do movimento necessário ao desdobramento do equilíbrio e da sapiência.