Disritmia Nervosa !
Queria eu poder mudar os sentimentos que nos consomem;
Arrancar as raízes maléficas que teimam em cercar-nos com expressões entreguistas
Suprir seus anseios com minhas visões positivas e confiantes e consequentemente,
Entre um gole e outro de vinho, conseguir blasfemar meu âmago e repelir nossos dramas.
Não sei se é o amor, a consciência ou a náusea a quem quero culpar nesta noite,
Só sei que remeter a mim a causa profunda do que agonizo, tem me pesado demasiadamente.
Imobilizada e reverenciada aos demais movimentos que, não passam sem me cobrar,
Deixo tudo vir e aguardo um novo dia, sem, no entanto, pincelar devidas alterações almejadas.
Entregue as minhas fraquezas, elimino-me covardemente e jogo-me a derrocada.
E a vida continua a correr a minha frente, onde presencio tudo como vil expectadora.
Embolada nesta denotação construída, não me afino e desafino a cada próximo arranjo
Desconsolada espero uma entonação final, como se por esta pudesse vir a ser presenteada.
Queria entender como dominar o turbilhão de emoções a que permitimos embebedar-nos
Compreender seus blefes e diante sua revelação, orientar os meus próximos desdobramentos.
Mas não, embarco de forma ilusionistas em suas viagens e diluo a mim mesma.
Diluída, desprendo-me de minhas crenças e perco-me nas partes que me restaram.
Meu silêncio torna-se gritante;
Minha apatia converte-se em convulsões dominantes;
Suas incertezas passam a ser minhas e minha luta deixa de ser nossa
E assim, simplesmente assim, tudo PARA sem, contudo, parar em um só instante.
Arrancar as raízes maléficas que teimam em cercar-nos com expressões entreguistas
Suprir seus anseios com minhas visões positivas e confiantes e consequentemente,
Entre um gole e outro de vinho, conseguir blasfemar meu âmago e repelir nossos dramas.
Não sei se é o amor, a consciência ou a náusea a quem quero culpar nesta noite,
Só sei que remeter a mim a causa profunda do que agonizo, tem me pesado demasiadamente.
Imobilizada e reverenciada aos demais movimentos que, não passam sem me cobrar,
Deixo tudo vir e aguardo um novo dia, sem, no entanto, pincelar devidas alterações almejadas.
Entregue as minhas fraquezas, elimino-me covardemente e jogo-me a derrocada.
E a vida continua a correr a minha frente, onde presencio tudo como vil expectadora.
Embolada nesta denotação construída, não me afino e desafino a cada próximo arranjo
Desconsolada espero uma entonação final, como se por esta pudesse vir a ser presenteada.
Queria entender como dominar o turbilhão de emoções a que permitimos embebedar-nos
Compreender seus blefes e diante sua revelação, orientar os meus próximos desdobramentos.
Mas não, embarco de forma ilusionistas em suas viagens e diluo a mim mesma.
Diluída, desprendo-me de minhas crenças e perco-me nas partes que me restaram.
Meu silêncio torna-se gritante;
Minha apatia converte-se em convulsões dominantes;
Suas incertezas passam a ser minhas e minha luta deixa de ser nossa
E assim, simplesmente assim, tudo PARA sem, contudo, parar em um só instante.


0 Comments:
Postar um comentário
<< Home